do farol velho
,
torre tombada
escamada de
cracas e verde
de anêmona
vejo a preamar
lhe esconder, baixa-
mar lhe revelar
sol a pino a me
desnortear num
imenso baixio
de areia onde jaz
cíclope cego
,
(nota desnecessária: "Poema sujo" do Gullar me tirou isso da própria memória, que me saiu com sabor a Alberto Martins de "Cais")
torre tombada
escamada de
cracas e verde
de anêmona
vejo a preamar
lhe esconder, baixa-
mar lhe revelar
sol a pino a me
desnortear num
imenso baixio
de areia onde jaz
cíclope cego
,
(nota desnecessária: "Poema sujo" do Gullar me tirou isso da própria memória, que me saiu com sabor a Alberto Martins de "Cais")


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