cais

à alberto martins
de sua leitura, Cais
,meus olhos ali fundeados,cais do porto e ancorada a mim a cidade que me naufraga,cais do porto e ancorado um horizonte que irá partir com a noite,cais do porto eo vôo de aveque me tira o lastro do olhoe à felipe k.
que me mostrou Cais
10 Comments:
O poema que se desdobra. Uma beleza, Eiichi...
Muito bonitas as duas imagens!
Lirismo cinematográfico... hehe
abração, também gostei daqui!
"Para quem quer se soltar, invento o cais" - Também vou naufragando na cidade. Belo texto - Saudação Riodaqui - Abraço Poético - Paulo Vigu
Conjugado à imagem, o poema é em si mesmo uma imagem animada agregando seus elementos. O resultado é muita beleza. Beijo grande.
quando é que vão me dedicar algo lindo deste jeito?... tanta melancolia, como os "olhos de cais noturnos" do vinicius. Refinado, além de sempre belo, sereno e amoroso - tudo isso é voce. Lilia C.
Gosto cada vez mais, imagens singelas e longe de banais. Mande os poemas ao Alberto Martins, que tal?
Muito suave suas palavras...nos adormecem!
Abraços mil.
, cais de porto. e olhares que ali navegam...
|abraços meus|
Ai! Que coisa linda!
Despojado e brilhante.
Parabéns.
Cheguei aqui pela "mão" da Meg.
Este blogue é um bálsamo.
Tenho dito.
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