.
e assim eu falo -
trazer como a um ramo
uma pálpebra
fechada, encontrada
a procurar a
beleza sob a folha
que pende duma
mão duma árvore
ir e vir a trazer
como ramo a ramo, num
amontoado,
uma hora qualquer da
infância, brilho
encontrado num muro
ou uma concha
para decifrar -
meu andar lento de
rio que esqueceu a foz e
não se quer ao mar
descançando duma
pressa qualquer, talvez
de fuga, esquecido
.
e assim eu falo -
trazer como a um ramo
uma pálpebra
fechada, encontrada
a procurar a
beleza sob a folha
que pende duma
mão duma árvore
ir e vir a trazer
como ramo a ramo, num
amontoado,
uma hora qualquer da
infância, brilho
encontrado num muro
ou uma concha
para decifrar -
meu andar lento de
rio que esqueceu a foz e
não se quer ao mar
descançando duma
pressa qualquer, talvez
de fuga, esquecido
.


2 Comments:
, deixemos os rios. um dia se chega ao mar. para decifrar conhas...
|abraços meus|
as margens dos rios sao pãlpebras silenciosas que, nos meus olhos, lembram o menino que perdi em mim.
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