.
é puro nosso.
e as estrias de ruido de mar
e um parco aroma a maré
nos quer ferir.
algo de interminável
se insunua de lá fora e
se esconde,
depois, não pode servir
a nós nesta
noite.
logo não irá servir sequer o silêncio.
.
a montale
.
e de montale:
longomar
a brisa cresce, o negror rompe e parte,
e a sombra que tu mandas sobr´a frágil
paliçada se encrespa. muito tarde
se vais ser tu mesma! da palma
cai o rato, a faísca sobr´o pavio
na longuissima linha do teu olhar.
.
Lungomare
il soffio cresce, il buio è rotto a squarci,
e l´ombra che tu mandi sulla fragile
palizzata s´arriccia, troppo tardi
se vuoi esser te stessa! dalla palma
tonfa il sorcio, il baleno è sulla miccia,
sui lunghissimi cigli del suo sguardo.
.
é puro nosso.
e as estrias de ruido de mar
e um parco aroma a maré
nos quer ferir.
algo de interminável
se insunua de lá fora e
se esconde,
depois, não pode servir
a nós nesta
noite.
logo não irá servir sequer o silêncio.
.
vento noite
o negror se rompe e cresce
e então os passos que lanças na areia,
insones,
caminham, apagando-se.
é tarde para que chegues de volta. uma camisa
deixada para trás,
vermelho,
é o susto antes do sol que virá com a manhã -
o longuíssimo ocaso na tua partida sem palavras.
a montale
.
e de montale:
longomar
a brisa cresce, o negror rompe e parte,
e a sombra que tu mandas sobr´a frágil
paliçada se encrespa. muito tarde
se vais ser tu mesma! da palma
cai o rato, a faísca sobr´o pavio
na longuissima linha do teu olhar.
.
Lungomare
il soffio cresce, il buio è rotto a squarci,
e l´ombra che tu mandi sulla fragile
palizzata s´arriccia, troppo tardi
se vuoi esser te stessa! dalla palma
tonfa il sorcio, il baleno è sulla miccia,
sui lunghissimi cigli del suo sguardo.
.


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