duas impressões
;
eiichi:
um clarinete
sozinho calou
a preamar vir
, ave pousar e
calou o rufar de asa
e a marulha de
maré
sozinho
cegou a voz ao
lado ao lado a falar e
cortou as nuvens
toda aos pedaços
, deixou-nos ver a lua
calados
lassos
sós
.
felipe k.:
aquele que empunhou
um clarinete e era noite –
abismo de luzes
dispersas em breu
tropeçantes ondas
ao costado -
sua música emprestou
a tamanha
inequívoca beleza:
levitação
(após show de paulo moura no armazém do cais, paraty)
http://felipesudo.blog.uol.com.br/
eiichi:
um clarinete
sozinho calou
a preamar vir
, ave pousar e
calou o rufar de asa
e a marulha de
maré
sozinho
cegou a voz ao
lado ao lado a falar e
cortou as nuvens
toda aos pedaços
, deixou-nos ver a lua
calados
lassos
sós
.
felipe k.:
aquele que empunhou
um clarinete e era noite –
abismo de luzes
dispersas em breu
tropeçantes ondas
ao costado -
sua música emprestou
a tamanha
inequívoca beleza:
levitação
(após show de paulo moura no armazém do cais, paraty)
http://felipesudo.blog.uol.com.br/


3 Comments:
Ora, ora.
Ora, ora...
( com que então estavam ambos na Flip ? e nem me disseram nada? : )
As vozes, os corpos, os olhos úmidos suspensos na nota. O clarinete a espalhá-la no mundo.
Silvia
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