.
como ao cão velho
, espera e onda,
arfando lá há
ela, esposa
do pescador a
fabricar vento
na espera, fez-lhe
calos a espera
(pra
que esteja posta
a mesa quando
chegar)
são cracas
nas mãos no casco
do barco são as
escamas da espera
, arfa ela e o mar,
.
(nota desnecessária: Chopin, Balada nr.4, op.52 - Claudio Arrau)
como ao cão velho
, espera e onda,
arfando lá há
ela, esposa
do pescador a
fabricar vento
na espera, fez-lhe
calos a espera
(pra
que esteja posta
a mesa quando
chegar)
são cracas
nas mãos no casco
do barco são as
escamas da espera
, arfa ela e o mar,
.
(nota desnecessária: Chopin, Balada nr.4, op.52 - Claudio Arrau)


1 Comments:
A espera aninha-se em certas mãos, em certos corpos. Passa a fazer parte deles e de seu percurso, humana adquire voz e canta baladas em tom suave.
Abraço,
Silvia
PS: minha concisão esporádica não é de hoje, Eiichi. : )
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