.
aos que não voltam
resguardo lugar vago
em casa. Sento
e os deixo falar, credos
que os vejo. Mudo,
assinto e espero e um
dia as vozes
serão muitas e será
vez de juntar-me a eles
.
aos que não voltam
resguardo lugar vago
em casa. Sento
e os deixo falar, credos
que os vejo. Mudo,
assinto e espero e um
dia as vozes
serão muitas e será
vez de juntar-me a eles
.


3 Comments:
Me impressiona e encanta, Eiichi, a delicadeza da sua poesia. Como um afago, um bálsamo.
Vou linkar vc, rapidinho, para não o perder. ;)
Um beijo do Recife.
Belo e terrível. Uma sombra no dia.
... esse dia teve sombras, felipe. se me visses, o teria notado.
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